BR-262 é desafio para motoristas
Viajar pela BR-262 é um desafio para os motoristas e motivo de agonia para aqueles que esperam a chegada de seus entes queridos ao destino final.
Ana Carolina Kozara

Conhecida como ‘rodovia da morte’, a via que liga Três Lagoas a Corumbá, passando pela capital de Mato Grosso do Sul, não possui acostamento, está repleta de buracos e, de acordo com o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) as obras na região têm até 2020 para serem concluídas.
A ordem de serviço foi autorizada em agosto do ano passado pelo então ministro Carlos Marun - representando o Governo Federal - e pelo superintendente do Dnit no estado - Thiago Carim Bucker. De acordo com o documento, as obras são executadas pelo consórcio Ethos/Pavidez/Spazi e consistem na implantação de 320 quilômetros de terceira faixa, além da construção de acostamento entre Três Lagoas e Água Clara - trecho apontado como prioridade de execução.
A obra é de responsabilidade do Governo Federal através do Dnit e um recurso de R$ 150 milhões foi liberado para a realização do projeto.
A construção teve início ainda no ano passado; mas, os usuários da via reclamam da demora e chegaram a afirmar que as obras estão paralisadas.
De acordo com nota emitida pelo Dnit o trecho da BR-262 entre Três Lagoas e Campo Grande é coberto por dois contratos de manutenção que visam restabelecer as condições estruturais originais da rodovia. O contrato de restauração com melhoramentos e adequação da capacidade, entre o km 4 (Três Lagoas) ao km 191,1 (entroncamento com a MS-338), foi firmado e possui vigência até abril de 2020. O contrato encontra-se ativo e executa serviços de fresagem e reciclagem de base.
Entre o km 189,4 e o km 326,8 (Campo Grande) o contrato de conservação e manutenção tem vigência até junho de 2020. A empresa encontra-se mobilizada realizando serviços de fresagem e recomposição de pavimento.
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