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2017/03/09

Solto após defesa conseguir habeas corpus Empresário foi preso na manhã de hoje durante segunda fase da Operação Greenfield.


Mário Celso é solto após defesa conseguir habeas corpus
Empresário foi preso na manhã de hoje durante segunda fase da Operação Greenfield.

 
Gisele Mendes
Hojemais, Três Lagoas

(Foto: Perfil News)

Depois de menos de 12 horas preso, o empresário Mário Celso Lopes, investigado na segunda fase da Operação Greenfield, foi solto após a Delegacia de Polícia Federal de Três Lagoas receber ofício da Justiça de Brasília.







Conforme informações da PF, ele prestou depoimento na delegacia e na Justiça Federal e seguiu para Andradina, interior de São Paulo, onde reside. O MPF (Ministério Público Federal) e a Polícia Federal de Brasília darão sequência as investigações.




A prisão faz parte da segunda fase da Operação Greenfield, deflagrada pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal, de Brasília. Além do cumprimento de prisão contra Mário Celso, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele a seu filho e sócio, Mário Celso Lincoln Lopes.




As medidas visaram recolher provas de que os envolvidos teriam praticado crimes, como gestão fraudulenta de Fundos de Pensão que realizaram investimentos no Fundo de Investimentos em Participação (FIP) Florestal. O FIP recebeu aporte de cerca de R$ 550 milhões dos fundos de pensão Petros e Funcef e, por isso, é um dos alvos da investigação iniciada em 2014, pelo MPF.

Em novembro do ano passado, após a deflagração da Operação Greenfield, a Eldorado firmou um contrato de R$ 190 milhões com a empresa Eucalipto Brasil S/A. Chamou a atenção dos investigadores o fato de, menos de um mês após o fechamento do negócio, ter ocorrido a retirada de uma cláusula do contrato.




A alteração beneficiou Mário Celso em detrimento da Eldorado e dos sócios minoritários: Funcef e Petros. O MPF suspeita que a medida tenha sido uma articulação com o propósito de comprar o silêncio de Mário, já que este conhecia as irregularidades envolvendo o recebimento dos recursos dos fundos de pensão. Além disso, para os investigadores, todas as movimentações acionárias e negociações que viabilizaram os investimentos feitos pelos dois fundos de pensão beneficiaram Mário Celso Lopes e seu filho e sócio Mário Celso Lincoln Lopes.




Entenda o caso




A empresa Eldorado Celulose passou a ser investigada pela Operação Greenfield após a descoberta de indícios de irregularidades no processo de escolha da empresa para receber recursos dos fundos de pensão. Para os investigadores, os responsáveis pelos investimentos no FIP Florestal atuaram ilicitamente e admitiram a superavaliação dos ativos que foram objeto de investimento. Com isso, mesmo fazendo um grande aporte de capital próprio (cada fundo investiu R$ 275 milhões) e assumindo grandes riscos, Funcef e Petros não tiveram o controle da empresa Florestal.




Outro indício de irregularidade apontado pelo MPF ocorreu no momento da fusão entre a Florestal e a Eldorado. Com o propósito de reduzir ainda mais a participação acionária de Funcef e Petros na nova companhia, houve uma nova superavaliação, desta vez dos ativos da Eldorado.




“Os investigados Joesley Mendonça Batista (e seu irmão Wesley Batista) e Mário Celso Lopes (assim como seu filho e sócio Mário Celso Lincoln Lopes) conseguiram o controle de uma nova grande empresa sem precisar ter realizado o investimento condizente com o valor de tal empresa. A partir de então, tiveram o porte necessário para obter, junto ao FGTS e Caixa Econômica Federal (entre outros bancos), financiamentos e empréstimos que permitiram alavancar ainda mais o valor da Eldorado, gerando a empresa que hoje é uma das líderes do mercado de celulose no Brasil”, descreve um dos trechos da petição.




Outros pedidos




Além das buscas e apreensões e da prisão temporária de Mário Celso, o MPF pediu o bloqueio dos bens, ativos, contas bancárias e investimentos pertencentes a MCL Empreendimentos e Negócios, MCL Participações, Mário Celso Lincoln Lopes , Mário Celso Lopes e Eucalipto Brasil S.A. Solicitou ainda o sequestro de bens como imóveis e cotas sociais dos envolvidos. A intenção com essas medidas é assegurar – em caso de condenação - a recomposição do prejuízo causado aos fundos. Atualmente, o valor está estimado em R$1,7 bilhão. A Justiça também acatou o pedido de afastamento dos sigilos bancário, fiscal, telefônico, telemático de todos os documentos apreendidos na operação.

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